Troca de Desejos Nunca Realizados

Os corpos aproximaram-se em silêncio, a respiração densa a preencher o quarto. As mãos exploravam sem pressa, descobrindo calor e rendição. Dois envelopes abertos sobre a mesa lembravam promessas já cumpridas. O desejo, agora sem palavras, era o único idioma compreendido.

Troca de Desejos Nunca Realizados

Os primeiros raios de sol da primavera entravam pela janela da cozinha, desenhando traços suaves de luz dourada sobre a mesa de madeira. Bruno e Catarina tinham terminado de jantar há algum tempo. Os filhos dormiam profundamente no quarto ao lado. A casa estava em silêncio. Apenas dois copos com um resto de vinho tinto permaneciam sobre a mesa.

Bruno levantou-se sem pressa. Abriu o aparador e retirou dois envelopes brancos iguais. Colocou-os sobre a mesa, lado a lado. A voz saiu calma, mas carregada de determinação serena.

— Hoje queria propor-te uma coisa diferente. Não é um jogo para te apanhar de surpresa. É uma forma de nos ouvirmos melhor. Aqui dentro está um desejo meu que nunca tive coragem de te dizer em voz alta. No outro envelope gostava que escrevesses um teu.

Catarina ergueu o olhar. O sorriso surgiu devagar, seguido de curiosidade e leve nervosismo.

— Quando preparaste isto, Bruno?

— Há vários meses. Adiei muitas vezes. Tinha medo da tua reacção. Já não quero continuar a guardar estes desejos só para mim.

Catarina passou os dedos pela borda do envelope. O coração batia mais forte.

— Está bem. Vamos fazer isto.

Bruno explicou as regras com voz pausada.

— Cada um escreve um desejo sincero. Podemos fazer todas as perguntas que quisermos. Ninguém é obrigado a cumprir exactamente o que está escrito. Podemos adaptar tudo. Se for demasiado para esta noite, fica guardado como promessa. Quero que seja uma conversa honesta que nos aproxime. Se alguma coisa não te fizer sentido, diz-me. Prefiro uma verdade desconfortável do que um silêncio bonito.

Catarina concordou.

— Gosto que sejas tu a dar este passo. Estou nervosa, mas curiosa.

Ela pegou no envelope em branco e foi para o quarto. Bruno ficou na sala, sentado no sofá. Olhava de vez em quando para o corredor. Os minutos estendiam-se.

No quarto, Catarina hesitou bastante. Escreveu com honestidade, dobrou o papel, fechou o envelope e regressou. O seu andar estava mais consciente.

Sentou-se à frente dele e pousou o envelope.

— Já escrevi. Quero ouvir o teu agora.

Bruno pegou no seu envelope, leu primeiro em silêncio e depois em voz alta:

— O meu desejo é poder conduzir-te esta noite. Quero ser eu a guiar cada momento, a fazer-te perguntas, a ver-te hesitar e depois escolheres confiar em mim a cada passo. Quero sentir que te entregas devagar, sem nenhum de nós estar a adivinhar o que o outro quer.

Catarina ouviu com atenção. Os olhos suavizaram-se.

— Nunca me disseste nada disto. Porque esperaste tanto tempo?

— Tinha medo que não entendesses o que significava para mim.

— Isso assusta-me um pouco… mas excita-me mais — confessou ela em voz baixa. — Quero tentar.

Bruno abriu então o envelope dela e leu em voz alta:

— O meu desejo é ter uma noite em que controlo o teu prazer, levando-te várias vezes à beira do clímax e decidindo exactamente quando permito que gozes. Terás uma palavra de segurança para me fazeres parar se precisares recuperar o controlo. Quero que construamos essa tensão juntos durante bastante tempo. Além disso, gostava de uma noite em que me fizesses perguntas às quais eu não pudesse fugir. E que depois usasses as respostas contra mim, no bom sentido.

Bruno ficou em silêncio por alguns segundos. Depois sorriu devagar.

— Os nossos desejos encaixam-se de certa forma. Tu queres controlar o momento do meu prazer. Eu quero conduzir e ver a tua entrega. Andámos anos a esconder variações da mesma necessidade.

— Sim — respondeu Catarina, sentindo o calor subir pelo pescoço. — Parece que sim.

Conversaram longamente no sofá. As perguntas aproximaram-nos aos poucos. O joelho dele tocou no dela. A mão dele pousou no pulso dela. Os dedos subiram devagar pelo braço. A expectativa crescia com cada resposta.

Quando a tensão se tornou palpável, Bruno estendeu a mão.

— Vamos para o quarto. Deixa a luz acesa, mas falamos baixo. Os miúdos estão a dormir ao lado.

No quarto, com a porta fechada, ele pediu-lhe que ficasse em pé junto à cama.

— Tira a roupa devagar e responde a tudo o que te perguntar.

Catarina tirou a blusa. Os seios firmes e redondos apareceram, os mamilos já erectos. Bruno aproximou-se. Tocou primeiro no rosto, depois no pescoço, depois na cintura. Beijou-a devagar. Os beijos tornaram-se mais profundos. Catarina soltou um gemido baixo. Hmmmm…

Ele lambeu um mamilo lentamente, depois o outro. Chupou com força controlada. Os seios mexiam com cada movimento da boca. Ele apertou-os com as mãos. Os mamilos ficaram duros como pedra.

Os dedos dele desceram. Afastaram os lábios vaginais inchados. O clitóris latejava. Ele circulou-o com a ponta do dedo.

— Descreve exactamente o que sentes — pediu.

— Sinto o teu dedo a pressionar o meu clitóris inchado. Envia ondas de prazer que sobem pela barriga. Os meus lábios vaginais estão muito inchados e molhados. Ahhh…

Introduziu o primeiro dedo lentamente. A vagina estava quente e muito úmida. Os fluídos vaginais começaram a escorrer pela coxa dela. Introduziu o segundo dedo. Curvou-os e encontrou o ponto G. Mexeu-os com ritmo. Os fluídos escorriam abundantes pela mão e pela coxa. O som molhado enchia o quarto.

— Os teus dedos no meu ponto G criam uma pressão que cresce dentro de mim. Os meus fluídos escorrem quentes pela coxa. Ahhh… aí…

Bruno ajoelhou-se. Afastou os lábios vaginais. A língua lambeu toda a racha devagar. Depois concentrou-se no clitóris. Chupou-o avidamente. A língua circulava, provocando gemidos cada vez mais intensos. Catarina agarrou-lhe o cabelo. Os quadris moviam-se em círculos lentos. Os fluídos escorriam pela língua dele.

Ela gozou pela primeira vez, o corpo a tremer em silêncio. Ahhh… estou a vir-me…

Depois Catarina ajoelhou-se. Segurou o pénis erecto com firmeza. Puxou a pele do prepúcio para trás lentamente, expondo a glande inchada e brilhante. A língua deslizou ao longo do eixo, explorando cada veia. Lambeu os testículos cuidadosamente, chupando-os um a um. O pénis pulsava de antecipação.

— A glande está tão inchada — descreveu ela. — Sinto o calor que emana dela na minha língua. O pré-sémen brilha na ponta.

Abocanhou a glande. Os lábios fecharam-se em torno dela. As bochechas afundaram-se enquanto chupava. A forma do pénis via-se por dentro da bochecha. O calor úmido da boca envolveu-o completamente. Ela puxava o prepúcio com os lábios e com a mão. O pénis deslizava entre os lábios. O som úmido de sucção enchia o quarto.

Quando sentiu que ele se aproximava, parou abruptamente.

— Para. Respira fundo. Esta é a primeira vez que te levo à beira. Qual é a tua palavra de segurança?

— Primavera — respondeu ele, ofegante.

Ela esperou que recuperasse. Depois recomeçou. A língua brincava com a ponta, saboreando o pré-sémen. Puxava o prepúcio para trás, expondo a glande ao calor da boca. Levou-o novamente quase ao limite e parou outra vez.

— Boa. Recupera. Ainda não podes gozar.

Esta sessão de controlo do orgasmo prolongou-se durante algum tempo. Ela controlava o ritmo com precisão, alternando entre a boca, a mão e pausas. Descrevia o que via e sentia, e pedia-lhe que descrevesse a tensão crescente. O pénis pulsava violentamente de frustração contida em cada pausa.

Depois de vários ciclos, ela deitou-se de costas.

Catarina abriu as pernas. Bruno posicionou-se entre elas. Roçou a glande inchada entre os lábios vaginais molhados. A glande tocou suavemente a entrada. Os lábios abriram-se.

— Sinto a glande quente a pressionar a entrada. Os meus lábios vaginais inchados abrem-se devagar. Estou muito molhada. Entra devagar.

Ele penetrou centímetro a centímetro. O prepúcio retraiu completamente. As paredes da vagina apertaram o pénis com pressão crescente. Os fluídos escorriam ao longo do eixo. Os seios dela balançavam vigorosamente com cada investida. Os mamilos duros roçavam no peito dele.

Quando o sentiu aproximar-se novamente, ela parou os movimentos dele com as mãos nas ancas.

— Para. Respira. Diz “Primavera” se precisares parar.

Ele controlou-se com esforço. O pénis pulsava dentro dela. Ela permitiu que continuasse, descrevendo cada sensação:

— Sinto o teu pénis a deslizar profundamente. Cada veia roça nas minhas paredes. Os meus seios balançam a cada movimento. Os mamilos estão erectos e sensíveis. Ahhh…

Ele virou-a de lado, levantou uma perna. Penetrou novamente. O pénis entrava e saía com ritmo controlado. A visão era nítida: o pénis inchado com veias proeminentes a deslizar entre os lábios vaginais brilhantes. Os fluídos escorriam pela coxa em rios brilhantes. Os seios mexiam a cada impulso.

Novamente, quando ele se aproximou do limite, ela parou-o.

— Para. Recupera. Quero que aguentes mais.

Ele respirou fundo, o corpo tenso. O pénis tremia de desejo contido.

Ele deitou-se. Catarina sentou-se sobre ele. Segurou o pénis, puxou o prepúcio para trás, expôs a glande e guiou-o até à entrada úmida. Desceu lentamente. Cada centímetro entrava. Os seios pressionados contra o peito dele. Os mamilos roçavam a cada movimento circular dos quadris.

Ela controlava tudo. Movia-se devagar, depois mais rápido, depois parava quando o sentia perto. Perguntava constantemente:

— Estás perto?

— Ainda não… — respondia ele, a voz rouca de esforço.

Esta fase prolongou-se bastante. Ela gozou mais uma vez enquanto o montava, os músculos internos apertando o pénis em espasmos, mas sem lhe permitir o clímax. Os corpos estavam suados. Os lençóis molhados de fluídos.

Depois de longos minutos de controlo intenso, o pénis de Bruno estava extremamente irrigado, grosso e inchado como Catarina raramente tinha visto. As veias destacavam-se de forma pronunciada ao longo de todo o eixo, resultado de tantas vezes ter sido levado à beira do clímax e depois interrompido. Catarina olhou para ele com evidente admiração e sussurrou, passando a mão devagar pelo pénis latejante:

— Meu Deus, amor… estás tão grosso. Nunca te senti assim tão cheio e tão duro. Fico tão excitada quando te vejo neste estado.

Ela acelerou ligeiramente os movimentos dos quadris, montando-o com mais pressão. Os seus músculos internos apertaram-no com força enquanto o prazer dela crescia de forma incontrolável. Com um gemido abafado, Catarina atingiu o orgasmo, o corpo a tremer sobre ele, as paredes da vagina contraindo-se repetidamente em torno do pénis inchado. Ahhh… estou a vir-me…

Assim que os espasmos dela começaram a acalmar, Catarina inclinou-se sobre o peito dele, olhou-o nos olhos e disse com voz rouca e determinada:

— Agora podes gozar. Quero tudo. Quero sentir-te explodir bem lá dentro.

Bruno segurou-a pelas ancas e penetrou profundamente com investidas fortes e urgentes. O pénis, extremamente grosso e sensível após todo o edging, pulsou violentamente. Com um gemido baixo, prolongado e quase rouco, ele libertou-se. O sémen jorrou em jatos poderosos, quentes e abundantes, inundando o interior dela com força. Mesmo enquanto o orgasmo o dominava por completo, ele não parou de penetrá-la. Continuou a entrar e a sair com ritmo intenso. A cada nova investida, o sémen branco e espesso era empurrado para fora da vagina dela, saindo visivelmente pela racha entre os lábios vaginais inchados. Grandes quantidades de sémen cremoso escorriam pela abertura a cada movimento, cobrindo os lábios vaginais, escorrendo em fios grossos e brilhantes pela coxa dela e sujando a base do pénis dele.

Catarina segurava-o com firmeza, sentindo cada pulsação forte dentro de si e vendo o sémen espesso a ser expulso da sua vagina a cada penetração.

Ficaram depois deitados, ofegantes, abraçados e em silêncio durante bastante tempo. Os corpos ainda tremiam ligeiramente. Bruno esticou o braço, pegou nos dois envelopes que estavam na mesa de cabeceira e disse baixinho:

— Isto não acaba aqui. Estes desejos são apenas o começo. Podemos repetir quando quiseres.

Catarina, ainda a sentir o sémen dele a escorrer lentamente de dentro dela, sorriu com os olhos semicerrados.

— Quero. Quero continuar a controlar o teu prazer assim. E quero que continues a guiar-me com as tuas perguntas.

Avalie este conteúdo:
Avaliação:
--
18+

Este site apresenta imagens e texto de teor erótico e exclusivo a ADULTOS.

Se não tiver mais de 18 Anos ou este conteúdo lhe ofende, deve abandonar imediatamente o site.

Personalize a experiência

Quer usar os nomes do casal nos contos e nas partilhas?

Se preencher agora, o site adapta melhor a experiência. Se preferir, pode fazê-lo mais tarde na página Os vossos nomes.