Presente Proibido

O quarto exalava luxúria: látex colado à pele dela, luzes da cidade refletidas nos olhos dele, e entre os corpos, o brinquedo novo de silicone—presente proibido, vibração ansiosa prestes a transformar desejo em entrega.

Presente Proibido

O reflexo de Catarina incendiava o vidro do quarto, a cidade acesa lá em baixo era só um eco distante, indiferente ao que se passava naquela torre de desejo. O vestido de látex vermelho colava-se ao corpo dela como uma segunda pele, cada curva delineada, cada centímetro desenhado para provocar. Os saltos altos negros, quase pornográficos, alongavam-lhe as pernas, deixavam-na mais alta, mais dona do momento.

Ela olhou o seu próprio reflexo, a boca entreaberta pintada de vermelho, os olhos brilhando de antecipação. Sentiu a humidade a crescer entre as pernas, o látex apertando-lhe a vulva, a fricção deliciosa a cada passo. O calor do quarto misturava-se ao cheiro do látex, ao perfume doce e ao aroma já presente da sua excitação.

Ouviu passos no corredor, o som abafado dos sapatos de Bruno. O clique da porta, a maçaneta a girar. Ele entrou e parou, ficou ali parado, como se tivesse levado um soco de desejo. O olhar dele percorreu-a de cima a baixo, demorando-se nas coxas, no quadril, na curva do vestido sobre o rabo empinado. Os olhos dele estavam negros de fome.

— Porra, Catarina… — murmurou, a voz rouca.

Ela sorriu, aproximou-se, o som do látex a misturar-se ao silêncio expectante. Chegou perto, tão perto que ele sentiu o calor do corpo dela, o cheiro do sexo já latente.

— Parabéns, meu amor — sussurrou, a voz baixa, grave, carregada de promessas. — Fica aí, nem te mexas. O teu presente hoje sou eu. E faço questão de te usar até não poderes mais.

Ele sorriu, depois mordeu o lábio, os olhos presos nos dela. Catarina deu-lhe uma ordem seca:

— Senta-te na beira da cama. Quero ver-te bem de frente.

Bruno obedeceu, sentando-se, as mãos trémulas, o peito a subir e descer com ansiedade. O vestido de Catarina subiu um pouco quando ela se ajoelhou entre as pernas dele, revelando um vislumbre da pele nua das coxas. Ela pegou na pequena caixa de veludo preto do criado-mudo, abriu, tirou de dentro o masturbador de silicone, com as texturas internas brilhando com lubrificante.

Mostrou-lhe o brinquedo, rodando-o nos dedos de látex.

— Hoje, só eu é que te toco. Não faças nada. És meu brinquedo, meu aniversariante obediente.

Ele gemeu baixo, os olhos já a suplicar. Catarina sorriu, cruel e doce, e começou a desfazer-lhe o cinto, depois o fecho das calças. Libertou-lhe o pénis, já duro, a pele esticada, a glande vermelha, brilhante, quase latejando.

Ela passou a palma de látex pela extensão do eixo, sentiu o calor, as veias salientes, o peso dele na mão. O prepúcio recuou quando ela puxou suavemente, expondo a glande completamente ao ar fresco do quarto.

— Que bonito, amor. Todo para mim.

Ela encaixou o masturbador, ligou na intensidade mais baixa. O silicone envolveu-lhe a glande, as texturas internas provocando ondas de prazer. Bruno arqueou as ancas, gemeu alto. Catarina não tirava os olhos dos dele, o olhar felino, dominadora.

— Não te atrevas a mexer. Se mexeres, paro tudo. Quero-te à beira do abismo.

Foi subindo o ritmo, alternando as vibrações, observando cada reação dele. Os gemidos começaram a escapar-lhe, roucos, presos entre os dentes. Tentou tocar-lhe o rosto, mas Catarina afastou-lhe a mão com um estalo, depois mordeu-lhe o pulso, um beijo violento e doce.

— Não, amor. Hoje mando eu. Vais implorar até não poderes mais.

Ela aproximou a boca da glande, passou a língua devagar, lambendo o líquido pré-ejaculatório que começava a brotar. O sabor salgado espalhou-se pela língua, o cheiro do sexo misturou-se ao aroma do látex. A língua dela desenhou círculos, brincou com a fenda da glande, sugou a ponta com força, fazendo as bochechas afundarem, a cabeça do pénis a pressionar contra o interior da bochecha.

— Gosto de te sentir assim, todo meu — murmurou, a voz vibrando.

Ela desligou o masturbador de repente, deixando-o a arfar, o pénis brilhante, pulsante, a glande inchada, as veias destacadas. Levantou-se, subiu para o colo dele, puxou o vestido vermelho até à cintura, expondo a pele nua, a vulva depilada, lábios vaginais inchados, brilhando com os fluídos que já escorriam pelas coxas.

Segurou o pénis com uma mão, puxou o prepúcio para trás, expôs a glande completamente, posicionou-a entre os lábios vaginais. Passou a cabeça do pénis devagar, esfregou-a no clitóris, espalhando o líquido pré-ejaculatório, misturando-se à humidade dela.

— Sentes como estou molhada? É só para ti.

Desceu lentamente, sentindo a pressão da glande a separar-lhe os lábios, a entrada a ceder, a pele a abrir-se para o invasor quente e duro. Gemeu, um som animal, sentiu cada centímetro a deslizar para dentro, o calor a invadi-la, a vagina a adaptar-se ao tamanho dele, a sensação de ser preenchida completamente.

— Foda-se… — Bruno gemeu, as mãos agarrando-lhe as ancas, sentindo o látex escorregar pela pele dela. — Tão apertada, Catarina… tão quente…

Ela começou a cavalgar devagar, os quadris a moverem-se em círculos lentos, o pénis a entrar e sair, cada centímetro uma tortura deliciosa. Sentiu o clitóris a ser esmagado a cada movimento, o atrito a intensificar-se. Os seios dela, firmes e redondos, saltavam com o movimento, os mamilos duros, expostos pelo decote do vestido, roçavam contra o peito dele.

Catarina inclinou-se, beijou-o com fome, a língua a invadir-lhe a boca, o gosto do sexo a misturar-se ao hálito quente. Depois sentou-se direita, empinou o peito, segurou os seios nas mãos, apertou-os, mostrou-lhe os mamilos duros, vermelhos.

— Anda, chupa. Quero sentir a tua boca.

Ele obedeceu, abocanhando um mamilo, sugando com força, a língua a brincar, a mão a apertar o outro seio. Catarina gemeu alto, acelerando o ritmo, sentindo o pénis a deslizar mais fundo, os testículos a baterem-lhe nos lábios vaginais a cada investida.

O som dos corpos a chocar, o cheiro do sexo, o látex a ranger, tudo misturado numa sinfonia obscena.

— Porra, Catarina, vou gozar… — ele avisou.

Ela travou o movimento, ficou com o pénis enterrado bem fundo, sentiu os espasmos dele, mas não permitiu que ele se libertasse.

— Não. Ainda não. Quero-te mais tempo dentro de mim.

Desceu da cintura dele, ajoelhou-se no chão, os joelhos a marcarem o tapete. Pegou no pénis dele, agora ainda mais inchado, brilhando de fluídos, as veias salientes. Passou a língua ao longo do eixo, saboreou cada gota de prazer, depois abocanhou toda a glande, sugando com avidez, a mão a trabalhar a base, os dedos a apertar, a puxar o prepúcio para trás e para a frente.

Olhou para cima, os olhos presos nos dele enquanto o pénis desaparecia na boca, as bochechas a afundarem, o som da sucção a preencher o quarto. Bruno gemeu, arqueou-se, os quadris a empurrar para a frente, a glande a pressionar contra a garganta dela.

— Isso, engole tudo, Catarina… foda-se, que boca…

Ela tirou a boca devagar, deixou a língua brincar com a ponta, lambendo o líquido pré-ejaculatório que brilhava sob a luz do candeeiro. Depois segurou os testículos dele, chupou-os com cuidado, sentiu o peso, o calor, passou a língua pelo saco, provocando novos tremores.

Subiu para a cama, deitou-se de costas, abriu as pernas, mostrou-lhe a vulva escancarada, os lábios vaginais inchados, brilhando de fluídos.

— Vem cá, quero sentir-te todo dentro de mim. Mete-mo devagar.

Bruno ajoelhou-se entre as pernas dela, segurou o pénis pela base, alinhou a glande à entrada, esfregou-a no clitóris, depois empurrou devagar, sentindo a vagina a abrir-se, a pele a agarrá-lo, a humidade a facilitar o deslizar. Penetrou-a lentamente, centímetro a centímetro, até estar todo dentro, os testículos a pressionarem-lhe os lábios vaginais.

As mãos dele agarraram-lhe as ancas, puxando-a para si, acelerando o ritmo. O som dos corpos, o cheiro do sexo, tudo intensificava a sensação. Os seios dela saltavam a cada investida, os mamilos duros a arranharem o peito dele. O pénis entrava e saía, os lábios vaginais agarrando-se a ele, relutantes em deixá-lo ir.

Ela gemeu alto, a voz rouca, os quadris a encontrarem o ritmo dele, os corpos em perfeita sincronia.

— Mais forte, Bruno, fode-me com força. Quero sentir-te a explodir dentro de mim.

Ele obedeceu, metendo com força, cada impulso mais profundo, o pénis a pressionar contra o ponto G, cada movimento uma onda de prazer. O clímax dela aproximava-se, o corpo a tremer, os músculos vaginais a apertarem o pénis dele.

— Vou gozar… — ela avisou, os olhos revirando — Não pares, não pares…

O orgasmo explodiu dentro dela, um grito rouco, os músculos internos a apertarem o pénis em espasmos incontroláveis, o corpo a arquear-se, o suor a escorrer pela pele. Bruno continuou, sentindo o pénis a ser apertado, a humidade a aumentar, o calor a envolver-lhe o eixo.

Mudou de posição, virou-a de bruços, levantou-lhe as ancas, ficou de joelhos atrás dela. Passou a mão pelo rabo, apertou, depois alinhou o pénis à entrada, empurrou de novo, a cabeça a separar-lhe os lábios, o calor a invadi-la. Penetrou-a profundamente, as mãos a apertarem-lhe a cintura, o som do corpo dela a bater contra ele.

Catarina gemeu, o rosto enterrado na almofada, os seios esmagados contra o colchão, o pénis a deslizar fundo, cada investida mais urgente, mais animalesca.

— Isso, Bruno, fode-me por trás. Quero sentir-te todo, quero que me enchas.

Ele acelerou, os quadris a chocarem com força, o som da pele a bater, o cheiro do sexo, o suor, o látex a ranger. O pénis entrava e saía, os lábios vaginais a escorregarem, os fluídos a escorrerem pelas coxas, deixando rastos brilhantes na pele.

Catarina esticou a mão para trás, tocou-lhe nos testículos, sentiu o peso, apertou, provocando um arrepio em Bruno. Ele inclinou-se, mordeu-lhe o ombro, depois lambeu-lhe a coluna, saboreando o suor, o sal, o cheiro do prazer.

— Porra, Catarina, vou gozar… não aguento mais…

— Gozas dentro, amor. Quero sentir-te a jorrar em mim.

Ele empurrou fundo, o pénis a pulsar lá dentro, as veias proeminentes a pressionarem contra as paredes da vagina, o clímax a explodir. O sémen jorrou em ondas, quente, escorregadio, a preencher-lhe o interior, a sensação a intensificar a conexão, a fazer ambos gemerem alto.

Ficaram imóveis por um momento, corpos colados, o suor a escorrer, o látex colado à pele, o cheiro do sexo a dominar o quarto.

Catarina virou-se, deitou-se de costas, abriu as pernas, mostrou-lhe o sémen a escorrer da vagina, brilhando na luz, formando um fio pegajoso que descia pela coxa. Passou o dedo, lambeu, saboreou o gosto dele, o olhar provocante.

— Ainda não acabámos, aniversariante. Agora quero-te na minha boca.

A boca de Catarina fechou-se em torno da glande, lábios escorregadios de saliva e sémen, abraçando-o com firmeza, sugando como se quisesse arrancar-lhe a alma pelo sexo. O sabor do prazer dele misturava-se ao seu próprio desejo, língua a explorar, quente e faminta, lambendo o sulco sensível, recolhendo cada gota, cada resquício viscoso que escorria pelo eixo pulsante.

Ela chupava com força, sentindo o pénis latejar, as veias duras sob a pele fina. As mãos, envoltas em látex vermelho, mantinham o prepúcio bem recuado, expondo a cabeça inchada ao ar frio e depois ao calor húmido da boca dela, alternando entre sugar e lamber, nunca dando trégua. O som da sucção enchia o quarto, molhado, indecente, misturando-se aos gemidos cada vez mais roucos de Bruno.

— Porra, Catarina… — ele arfava, os músculos das coxas a tremer, as mãos perdidas nos lençóis, sem ousar tocar-lhe, entregue ao domínio absoluto dela.

Catarina intensificou o ritmo, chupando fundo, as bochechas cavadas, deixando a ponta do pénis pressionar o interior da bochecha, marcando a sua silhueta do lado de fora. Ela sentia o sabor do sémen a escorrer-lhe pela língua, quente, salgado, misturado ao sabor dela, ao cheiro dos dois—um néctar proibido, possessivo.

O pénis começou a perder a rigidez, ainda assim ela não parou. Sugava-o com mais suavidade, a língua a rodear a glande agora mais mole, a boca a trabalhar lenta, metódica, quase carinhosa, como se quisesse esgotar-lhe cada vestígio de prazer. O resto do sémen era extraído em pequenas ondas, a cada sucção, a cada estocada suave da língua, a cada pressão dos lábios que se fechavam e deslizavam, sugando-o até o fim.

Sentia o corpo dele relaxar, o pénis a ceder, a ficar macio e vulnerável, escorregando entre os lábios dela, brilhando de saliva e restos de prazer. Ela não deixou escapar nada—lambia a ponta, recolhia o que restava, engolia com deleite. Só então, com um último beijo na glande sensível, soltou-o, observando o pénis repousar, flácido, exausto, sobre a coxa dele, brilhando sob a luz suave.

Catarina ergueu o olhar, boca suja, olhos incendiados, e lambeu devagar o lábio inferior, saboreando o sal, orgulhosa do seu poder.

— Agora sim, estás vazio — murmurou, voz rouca, satisfeita, os dedos a deslizar preguiçosos pela pele dele, reclamando cada pedaço para si.

A respiração de Bruno era só um sussurro, o corpo completamente rendido, a mente perdida entre o prazer e o esgotamento absoluto.


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