Natal ao Espelho
Entre cabides e brilhos de Natal, a luz suave do closet acariciava a renda e a pele. Ali, o espelho guardava todos os segredos, enquanto dezembro se desfazia no calor urgente do desejo.
As luzes de Natal brilhavam no exterior da casa, criando uma atmosfera mágica que se infiltrava através das cortinas. Dezembro trouxera consigo o frio cortante do inverno português, mas dentro de casa, o calor do ambiente festivo e da lareira acesa mantinha um aconchego perfeito. Bruno e Catarina regressaram de um jantar natalício com amigos, ainda com o sabor do vinho tinto nos lábios e a adrenalina da conversa animada nas veias.
"Foi uma noite incrível," sussurrou Catarina, fechando a porta principal com cuidado para não acordar os filhos que dormiam no andar de cima exaustos da brincadeira do dia.
Bruno aproximou-se por trás, envolvendo-a com os braços e pressionando o corpo contra as suas costas. "A noite ainda não acabou," murmurou no ouvido dela, sentindo o perfume de amêndoas doces que ela usava misturar-se com o aroma de canela das velas de Natal espalhadas pela casa.
Catarina sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha ao sentir o hálito quente dele contra o pescoço. Virou-se nos braços dele, os olhos a brilharem com uma mistura de desejo e diversão. "Temos de ter cuidado," sussurrou, pressionando o dedo indicador contra os lábios dele. "Não podemos fazer barulho."
"Então vem comigo," disse Bruno, pegando-lhe na mão e guiando-a pelas escadas. O corredor estava mergulhado numa penumbra suave, apenas iluminado pela luz que se filtrava da rua através das janelas decoradas com estrelas natalícias.
Catarina seguiu-o, o coração a bater mais depressa a cada passo. Quando chegaram ao quarto principal, Bruno não parou ali. Em vez disso, continuou até ao closet - um espaço amplo que tinham transformado num vestiário completo, com espelhos de corpo inteiro numa das paredes e um pequeno sofá almofadado num canto.
"Aqui?" perguntou Catarina, arqueando uma sobrancelha, mas o sorriso malicioso nos seus lábios traía a sua excitação.
"Aqui," confirmou Bruno, fechando a porta atrás deles. O espaço ficou iluminado apenas por uma pequena luz LED que criava uma atmosfera íntima e aquecida.
Catarina olhou-se no espelho, admirando o seu reflexo. O vestido preto que usara para o jantar abraçava-lhe as curvas de forma perfeita, mas agora sentia que era demasiado formal para o que tinha em mente. Com um movimento fluido, começou a despir-se lentamente, os olhos fixos no reflexo de Bruno atrás dela.
"Espera," disse ela, dirigindo-se a uma gaveta específica onde guardava peças de lingerie especiais. "Quero vestir algo que combine com o espírito natalício."
Tirou um body de renda cor de vinho, quase transparente, que destacava cada curva do seu corpo. O tecido delicado abraçava-lhe os seios, deixando os mamilos claramente visíveis através da renda, enquanto as costas ficavam completamente nuas. A peça terminava num corte brasileiro que realçava a curvatura das suas nádegas.
Bruno observou-a fascinado enquanto ela se vestia, o pénis já a começar a endurecer dentro dos boxers. Quando ela terminou, ele despiu-se também, ficando apenas com um slip branco que mal conseguia conter a sua crescente excitação.
"Vê como ficamos," sussurrou Catarina, posicionando-se em frente ao espelho e puxando Bruno para ao pé de si.
O reflexo era hipnotizante. Os corpos deles complementavam-se perfeitamente - ela, delicada e feminina no body transparente, ele, másculo e definido, com o pénis já claramente delineado através do tecido branco.
Catarina virou-se para ele, pressionando os lábios contra os dele num beijo profundo e húmido. As línguas encontraram-se, dançando numa coreografia familiar, mas sempre excitante. As mãos dele exploraram-lhe as costas nuas, descendo até às nádegas e apertando-as através do tecido delicado.
"Gosto de te ver assim," murmurou Bruno contra os lábios dela, os olhos fixos no reflexo no espelho.
Catarina sorriu, descendo lentamente até ficar ajoelhada em frente a ele. Com movimentos deliberadamente lentos, puxou o slip para baixo, libertando o pénis já semi-erecto. A pele estava quente ao toque, e ela podia sentir o pulsar das veias que se tornavam cada vez mais proeminentes.
"Olha para o espelho," sussurrou ela, antes de segurar o pénis com uma mão, puxando a pele para trás para expor completamente a glande inchada.
Bruno obedeceu, observando o reflexo enquanto ela aproximava a boca da ponta do seu pénis. A língua dela deslizou ao longo da superfície da glande, provocando um arrepio imediato. Ele sentiu o prepúcio retrair-se completamente sob o toque dela, expondo cada terminação nervosa ao ar fresco antes de ser envolvido pelo calor húmido da boca dela.
Catarina começou com lambidelas lentas, a língua a explorar cada veia proeminente ao longo do eixo do pénis. Podia sentir o gosto ligeiramente salgado da pele dele, misturado com o aroma másculo que sempre a excitava. Quando chegou à base, usou a ponta da língua para provocar os testículos, sugando-os cuidadosamente um de cada vez.
"Meu Deus, Catarina," gemeu Bruno baixinho, a mão a entrelaçar-se nos cabelos dela.
Ela olhou para cima, encontrando os olhos dele através do reflexo no espelho, antes de abrir a boca e envolver completamente a cabeça do pénis. As bochechas afundaram-se ligeiramente com a sucção, criando uma pressão intensa que fez Bruno gemer mais alto.
Catarina estabeleceu um ritmo deliberado, a boca subindo e descendo ao longo do eixo, cada movimento acompanhado por uma rotação suave da língua. Ela podia sentir o pénis a crescer na sua boca, tornando-se cada vez mais duro e quente. As veias pulsavam contra a sua língua, e pequenas gotas de líquido pré-ejaculatório começaram a aparecer na ponta.
"Pára!" sussurrou Bruno, puxando-a suavemente para cima. "É a minha vez."
Catarina ergueu-se, os lábios ainda húmidos e inchados do que acabara de fazer. Bruno guiou-a até à parede ao lado do espelho, pressionando as costas dela contra a superfície fria. Com um movimento fluido, ajoelhou-se à frente dela, as mãos a deslizarem pelas coxas até chegarem à zona coberta pelo body.
Com os dedos, afastou o tecido que cobria a zona vaginal, expondo completamente os lábios vaginais já húmidos de excitação. A pele estava quente e ligeiramente inchada, os lábios separando-se naturalmente para revelar o interior rosado.
Bruno aproximou a boca, a língua a dar uma primeira lambidela longa desde a base até ao clitóris. Catarina arqueou as costas contra a parede, uma mão apoiando-se no ombro dele enquanto a outra se dirigia ao espelho para se equilibrar.
"Não pares!" sussurrou ela, observando o reflexo no espelho - a imagem dela encostada à parede, com Bruno ajoelhado entre as suas pernas, era incrivelmente excitante.
Ele concentrou-se no clitóris, sugando-o suavemente enquanto a língua criava movimentos circulares ao seu redor. A cada lambidela, podia sentir mais fluídos vaginais a escorrerem, o sabor ligeiramente doce e húmido a intensificar-se na sua boca.
Simultaneamente, introduziu um dedo na vagina, sentindo imediatamente o calor húmido que o envolveu. A pressão das paredes vaginais era intensa, agarrando-se ao dedo enquanto ele o movia lentamente para dentro e para fora. Acrescentou um segundo dedo, procurando o ponto G com movimentos deliberados.
"Ali, exatamente ali," gemeu Catarina, a voz ligeiramente rouca de prazer.
Bruno intensificou os movimentos, os dedos a pressionar contra o ponto sensível enquanto a língua mantinha um ritmo constante no clitóris. Podia sentir o corpo dela a reagir, os músculos a contraírem-se involuntariamente ao redor dos seus dedos.
Catarina sentia ondas de prazer a percorrerem-lhe todo o corpo. Cada movimento da língua dele enviava descargas elétricas pela espinha, enquanto os dedos encontravam exatamente os pontos certos no interior. Os fluídos escorriam cada vez mais abundantemente, uma mistura de excitação e antecipação que a fazia tremer ligeiramente.
"Vem cá," sussurrou ela, puxando-o para cima.
Bruno ergueu-se, os lábios brilhantes com os fluídos dela. Catarina puxou-o para um beijo profundo, saboreando o próprio gosto na boca dele enquanto as mãos exploravam o peito masculino.
"Quero sentir-te dentro de mim..." murmurou ela no ouvido dele.
Bruno posicionou-se entre as pernas dela, segurando o pénis com uma mão enquanto a outra apoiava as nádegas dela. Com movimentos lentos, esfregou a glande nos lábios vaginais húmidos, procurando a entrada e provocando ambos com a antecipação.
Quando finalmente se posicionou corretamente, empurrou lentamente, sentindo os lábios vaginais separarem-se para o acolher. A sensação era intensa - o calor húmido envolveu-o completamente, as paredes vaginais apertando-se ao redor do pénis enquanto ele penetrava cada vez mais profundamente.
"Olha para nós," sussurrou Catarina, virando ligeiramente o rosto na direção do espelho.
O reflexo mostrava-os unidos, os corpos colados um ao outro numa dança primitiva de paixão. Bruno começou a mover-se, empurrando o pénis para dentro e para fora com movimentos longos e deliberados. A cada impulso, podia sentir o prepúcio deslizar ao longo da glande, expondo-a completamente ao calor pulsante do interior dela.
Catarina envolvia-o com as pernas, os calcanhares pressionados contra as nádegas dele para puxá-lo ainda mais fundo. Os seios balançavam ligeiramente com cada movimento, os mamilos eretos roçando contra o peito dele através do tecido transparente do body.
"Mais forte!" pediu ela, mordendo-lhe suavemente o lóbulo da orelha.
Bruno intensificou o ritmo, os impulsos tornando-se mais urgentes e profundos. O som dos corpos a colidirem era abafado, mas audível, uma banda sonora erótica que se misturava com os gemidos baixos de ambos.
Após alguns minutos nesta posição, Bruno parou, ofegante. "Vem..." disse ele, dirigindo-se ao pequeno sofá almofadado no canto do closet.
Sentou-se, o pénis ainda ereto e brilhante com os fluídos dela. Catarina aproximou-se, virando-se de costas para ele antes de se posicionar sobre o pénis. Lentamente, desceu, sentindo cada centímetro a penetrar novamente, mas desta vez de um ângulo completamente diferente.
Esta posição permitia que ambos vissem perfeitamente o reflexo no espelho. Catarina podia observar os próprios seios a balançarem com cada movimento, enquanto Bruno tinha uma vista privilegiada da forma como o pénis desaparecia e reaparecia entre os lábios vaginais.
"Vê como ficamos..." sussurrou ela, começando a mover-se em círculos lentos sobre ele.
Os movimentos de Catarina eram hipnotizantes. Ela alternava entre subir e descer no pénis e movimentos circulares que criavam um atrito diferente e intenso. A cada rebolar, podia sentir a glande dele a pressionar contra pontos diferentes no interior, criando sensações que a faziam gemer baixinho.
Bruno segurava-lhe as ancas, guiando os movimentos enquanto observava fascinado o reflexo no espelho. Podia ver cada detalhe - a forma como os lábios vaginais se esticavam para acomodar o pénis, como os fluídos escorriam pelas coxas dela, criando trilhos brilhantes na pele.
"Estás tão apertada..." gemeu ele, as mãos subindo para agarrar os seios através do body.
Catarina arqueou as costas, pressionando os seios contra as mãos dele enquanto intensificava os movimentos. O pénis parecia crescer ainda mais dentro dela, cada veia proeminente a pressionar contra as paredes vaginais de forma deliciosa.
Depois de alguns minutos nesta posição, Bruno puxou-a para cima suavemente. "De quatro..." sussurrou no ouvido dela.
Catarina sorriu, dirigindo-se ao sofá e ajoelhando-se na almofada, com as mãos apoiadas no encosto. Esta posição oferecia-lhe uma vista perfeita do espelho, onde podia ver Bruno posicionando-se atrás dela.
Ele segurou o pénis, esfregando-o novamente nos lábios vaginais antes de penetrar. Desta vez, o ângulo permitia uma penetração ainda mais profunda, e Catarina sentiu imediatamente a diferença.
"Assim!" gemeu ela, empurrando as ancas para trás para encontrar cada impulso dele.
Bruno estabeleceu um ritmo firme, segurando-lhe as ancas para manter o controlo. O som dos corpos a colidirem era mais pronunciado nesta posição, e ele teve de se lembrar de manter o ruído baixo para não acordar a família.
A visão no espelho era cinematográfica - os dois corpos unidos numa coreografia perfeita de paixão, cada movimento fluindo naturalmente para o próximo. Catarina podia ver a expressão de concentração e prazer no rosto de Bruno, enquanto ele observava o pénis a desaparecer completamente entre os lábios vaginais com cada impulso.
"Estou quase!" sussurrou Catarina, sentindo as primeiras ondas do orgasmo a aproximarem-se.
Bruno intensificou os movimentos, uma mão deslizando à volta da cintura dela para encontrar o clitóris. Os dedos começaram movimentos circulares precisos, sincronizados com os impulsos do pénis.
A combinação foi devastadora. Catarina sentiu o orgasmo começar como uma onda quente na base da espinha, irradiando rapidamente para todo o corpo. Os músculos vaginais contraíram-se involuntariamente, apertando-se ao redor do pénis numa série de espasmos intensos.
"Estou a vir!" sussurrou ela, tentando manter a voz baixa enquanto o prazer a dominava completamente.
A visão dela no espelho durante o orgasmo - o rosto contorcido de prazer, os seios a balançarem com as contrações involuntárias - foi suficiente para levar Bruno ao limite.
"Eu também!!" gemeu ele, sentindo o pénis começar a pulsar incontrolavelmente.
Rapidamente, retirou-se e segurou o pénis com firmeza. Os primeiros jatos de sémen foram expelidos com força, atingindo as nádegas e as costas dela. Catarina olhou pelo espelho, fascinada ao ver cada jato de sémen quente a marcar-lhe a pele.
Bruno continuou a segurar o pénis, direcionando os jatos seguintes, que criaram padrões brilhantes na pele macia. O sémen escorria lentamente, algumas gotas chegando até às coxas, criando trilhos que brilhavam sob a luz suave do closet.
Ambos ficaram imóveis por alguns momentos, recuperando a respiração enquanto admiravam o reflexo no espelho. Os corpos suados e saciados, marcados pelos vestígios da sua paixão.
"Foi incrível!" murmurou Catarina, virando-se lentamente para enfrentar Bruno.
Ele puxou-a para um beijo terno, as mãos acariciando-lhe o rosto com delicadeza. "Sempre é contigo."
"Vem..." disse Bruno após alguns minutos, estendendo-lhe a mão. "Vamos tomar um banho quente. É a época perfeita para nos aquecermos juntos."
Catarina sorriu, aceitando a mão dele. Enquanto se dirigiam para o banho, podia ainda sentir os vestígios do sémen na pele, uma lembrança quente e íntima do que acabaram de partilhar.
O som da água a correr misturou-se com os ruídos distantes da noite de Dezembro lá fora, mas dentro da casa, no seu pequeno refúgio privado, o calor da paixão mantinha o frio do inverno bem longe.
Sob o duche quente, Bruno envolveu Catarina por trás, as mãos deslizando pela pele ensaboada dela. "Devíamos mesmo usar esse espelho mais vezes," murmurou no ouvido dela.
"Talvez o Pai Natal nos traga um maior!" respondeu ela, rindo baixinho, enquanto se aninhava contra ele sob o jato de água quente.
O vapor que se elevava à volta deles criou um casulo de intimidade perfeito. A água morna escorria pelos corpos unidos, lavando os vestígios do que tinham acabado de partilhar, mas preservando a memória ardente nas suas mentes.
Catarina virou-se nos braços dele, os olhos ainda brilhando com a satisfação do prazer recente. "Foi uma das melhores noites de sempre..." sussurrou, pressionando os lábios contra o peito húmido dele.
Bruno apertou-a mais contra si, sentindo o calor do corpo dela misturar-se com o vapor do duche. "E o Natal ainda nem chegou." respondeu com um sorriso malicioso. "Imagina todas as surpresas que ainda temos pela frente."
A água continuou a cair sobre eles enquanto se abraçavam, a conclusão perfeita para uma noite que ficaria gravada na memória como um dos seus momentos mais apaixonados juntos.