Indecente Refúgio: Pressão Final
No abrigo da montanha, entre a lareira acesa e restos de espumante, a segunda parte do conto do Reveillon traz corpos marcados pelo vácuo, desejo latejante e promessas cumpridas até ao limite da pele.
A sala estava quente, a lareira a crepitar baixo, o cheiro da madeira misturado ao aroma do jantar: marisco fresco, queijo amanteigado, presunto cortado bem fino, pão estaladiço, espumante branco servido em taças a brilhar sob a luz amarelada. O alojamento local tinha-se esmerado, cada detalhe pensado para provocar, para seduzir até pelo sabor.
A Catarina, só de corpete de renda preta e uma camisa de noite fina a roçar-lhe o corpo, cruzava as pernas debaixo da mesa, os mamilos vincados na renda, olhar malandro sempre que o espumante lhe soltava um riso. O Bruno, só de boxers escuros e roupão de cetim aberto, peito à mostra, relaxado, mão a brincar-lhe nos joelhos, boca a roubar beijos entre garfadas.
Jantavam devagar, trocavam olhares cúmplices, pés a roçar-se debaixo da toalha, risos abafados entre goles, promessas ditas só com um levantar de sobrancelha. O clima era de antecipação, de pele a pedir pele, o jantar apenas desculpa para o toque, para a provocação lenta.
Quando terminaram, a Catarina passou a língua pelos lábios, lambendo o resto de espumante, empurrou o prato para o lado e sorriu, olhos a faiscar.
— E agora? — perguntou, voz baixa, já a imaginar o que vinha a seguir.
O Bruno sacou de um saquinho de veludo vermelho, pousou-o no centro da mesa. — Agora cada um escreve três propostas, desejos, desafios, o que apetecer experimentar esta noite. Não vale mostrar, não vale combinar, e só vamos escolher uma actividade à sorte. O que sair, cumpre-se até ao fim, sem desculpas nem voltar atrás.
Ele estendeu papel e caneta, os dedos dela a roçarem-lhe os nós das mãos. Entre um gole de espumante e outro, cada um escreveu os seus desejos, dobraram os papéis, trocaram olhares a tentar adivinhar o que o outro estava a tramar. Risos abafados, uma palmada na perna, um beijo rápido roubado para arranjar inspiração.
Quando os seis papéis ficaram no saco, a Catarina sacudiu-o, misturou bem, a renda preta a subir-lhe nas coxas, o Bruno já de lábio mordido só de a ver ali, tão dona da noite.
Ela estendeu-lhe o saco. — Vais ser tu a tirar. E o que sair é para cumprir.
O Bruno enfiou a mão, remexeu devagar, deixou o suspense crescer. Puxou um papel, desenrolou, leu em silêncio e abriu um sorriso de quem já estava a sentir o calor na pele.
— Sessão de preliminares longa com vácuo enquanto esperamos as doze badaladas — leu, as palavras a pairarem no ar, sorriso rasgado de quem já está a ferver por dentro.
A Catarina humedeceu devagar o lábio inferior, olhos semicerrados, a luz da lareira a incendiar-lhe a pele nua, a renda a apertar-lhe os seios, o desejo a subir-lhe das coxas ao peito. Sentaram-se no sofá, entrelaçados, corpos colados, suor já a nascer, o cheiro a espumante, pele e luxúria a tomar conta de tudo. As pernas dela encaixadas nas dele, coxas nuas, a cona dela já húmida só da expectativa. O Bruno ao lado, tirou o robe num movimento lento, estudado, ficando só de boxers, o tecido já marcado pelo volume do pénis a crescer, respiração pesada, tensão no ar, carregada de promessas.
As bombas de vácuo repousavam ali, promessa à espera. Mas antes de qualquer impulso, o Bruno esticou o braço para o frasco de lubrificante em cima da mesinha. Espremeu um pouco na palma, aqueceu-o nas mãos, depois pousou os dedos na vulva da Catarina com delicadeza. Separou-lhe os lábios com cuidado, abrindo-a à luz da lareira e ao seu olhar atento. Espalhou o lubrificante devagar, cobrindo-lhe o clitóris, descendo pelos lábios internos até à entrada, cada gesto paciente, quase devoto, a deixar-lhe a pele a brilhar, suave e húmida, pronta para tudo.
A Catarina inspirou fundo, corpo a estremecer sob o toque, a carne a responder ao calor e à ternura. — Assim, devagarinho… — murmurou, olhos fechados, a escorregar e abrir-se sob a mão dele, completamente vulnerável, completamente desejada. O Bruno encaixou-lhe a bomba, deslizou a copa sem pressa, selando a carne molhada e sensível lá dentro, o vácuo a fazer efeito, os lábios da vulva a inchar, a cor a subir, o clitóris a pulsar dentro da copa acrílica.
Sem desviar o olhar, ela pegou no lubrificante, deitou um pouco na mão, puxou-lhe os boxers para baixo com carinho, expondo-lhe o sexo. O pénis dele já a ganhar corpo, quente, o toque dela a fazer crescer cada centímetro. Cobriu-lhe o eixo e a cabeça com gel, espalhou com movimentos lentos, quase tímidos, a ver a pele a ficar brilhante e escorregadia, a sentir o pulsar da excitação a crescer no toque.
Com mãos firmes, encaixou-lhe a bomba, deslizou-a até à base, começou a bombear devagar, a ver o pénis a engrossar, a pele a esticar, o brilho do lubrificante a realçar cada veia, cada detalhe. O som do vácuo misturava-se ao estalar da lenha, os corpos em sintonia, cada um a comandar o prazer do outro só com olhares, sorrisos, carícias mudas.
A Catarina sentia o sangue a pulsar-lhe a vulva inteira, o clitóris a latejar, o corpo todo à flor da pele. Gemeu baixinho, mordeu o lábio, olhou o Bruno com aquele brilho atrevido. — Achas que aguentas até à meia-noite? — sussurrou, apertando mais a bomba dele, a ver-lhe o prazer na cara, a respiração dele a acelerar.
O Bruno sorriu, olhos nela, na pele húmida, nos lábios abertos, na entrega total. — Só se tu também aguentares — respondeu, mão quente e firme a afagar-lhe a coxa, promessa de que ali nada era apressado.
Os minutos corriam lentos, marcados pelo lume e pelos gemidos abafados. Entre cada bombada, as mãos exploravam, sem pressa, como se cada pedaço de pele fosse novo, sagrado. O Bruno inclinava-se sobre ela, beijava-lhe o pescoço, a língua a desenhar trilhos até ao ombro, o cheiro dela a subir-lhe ao nariz. A Catarina arqueava-se, mãos a puxar-lhe a nuca, bocas a encontrarem-se num beijo fundo, molhado, cheio de fome. Sentia o sabor dele, misturado com o espumante, o calor da noite, e perdia-se ali.
O ritmo das bombas era inesquecível. A cada toque, Bruno controlava o vácuo da copa no sexo dela. Com movimentos suaves, aumentava a pressão de repente, a copa a sugar ainda mais, os lábios dela a incharem e a abrirem-se, o clítoris quase exposto, quente, sensível, a carne a palpitar e a tremer no interior do acrílico. O corpo de Catarina reagia: pernas a tremer, ancas a erguerem-se, um gemido abafado entre beijos. Quando percebia que ela estava no limite, Bruno libertava a pressão devagar, prolongando o prazer através do alívio.
Por sua vez, Catarina comandava o cilindro de vácuo dele. Entre beijos e carícias, a mão dela no comando, apertava de surpresa, aumentando a pressão. O cilindro sugava-lhe o pénis, a pele a esticar, veias a saltar, a glande a engrossar, brilhante de desejo. Sentia-o estremecer, o corpo a arquear-se, a respiração a falhar, e então, num gesto terno, libertava parte do vácuo, deixando o pénis palpitar, o calor do alívio a misturar-se com a fome de mais.
Os corpos colavam-se ainda mais. Ele descia a boca ao peito dela, sentia a pele quente sob a renda, as mãos dela a explorar-lhe as costas, unhas a riscarem-lhe a pele. De vez em quando, ela puxava-lhe a cara, beijava-o fundo, línguas a brincar, o sabor do espumante e do desejo a crescer entre os dois. Entre cada puxão ou libertar de pressão, um novo toque, novo beijo, novo estremecer. O prazer era jogo de domínio mútuo, equilíbrio delicado de confiança, ternura e provocação, cada um a guiar o prazer do outro, a prolongar o desejo até o tempo e o mundo se apagarem.
— Isto está a ser memorável — murmurou o Bruno, olhar quente, dedos a deslizar-lhe pela pele. — Queria que isto ficasse gravado para sempre.
A Catarina sorriu, malandra, olhos a brilhar com o reflexo do lume. — Podemos subir a parada… Tens bateria na GoPro?
— Por acaso tenho. Nem acredito que não fomos ao ski — riu-se ele, riso baixo, cúmplice.— Estás a sugerir gravar?
— E porque não? Assim revemos sempre que nos apetecer.
Bastou um olhar, a intimidade a dispensar palavras. As doze badaladas soaram ao longe, as janelas a iluminarem-se com fogo-de-artifício, reflexos coloridos a dançarem nas peles nuas. O Bruno puxou-a para um beijo fundo, bocas a prometer tudo. — Feliz ano novo — sussurrou, voz presa na garganta.
— Feliz ano novo, meu amor — respondeu ela, abraçando-o forte, os dois a verem o céu explodir lá fora, juntos, colados, até o último clarão morrer.
Quando voltou o silêncio, ele esticou-se, pegou na GoPro, apontou-a a eles, luz vermelha a piscar, cúmplice do segredo. Voltaram a beijar-se no sofá, corpos a aquecer
Com mãos firmes, Catarina retirou a bomba de vácuo, o estalido húmido ecoando no silêncio da sala. Assim que o cilindro se descolou, ela fez deslizar delicadamente um anel peniano pela haste do pénis de Bruno até à base, ajustando-o. O sangue ficou preso, garantindo a ereção: o pénis dele já estava duro e grosso, com veias marcadas sob a pele esticada e a cabeça brilhante, de onde escorria uma gota de pré-semen. Bruno sentia a pele tensa, as veias salientes, e o anel a garantir a rigidez total, a certeza de que cada centímetro era agora de Catarina.
Só então, olhos nos dele, a Catarina baixou-se e abocanhou-lhe o pau, boca quente a envolver-lhe a cabeça, língua a brincar no sulco, lábios a deslizarem pelo eixo teso, a sentir a pele quente, o sabor do pré-semen, a tensão do anel a segurar cada batida naquela carne dura, vibrante contra a boca. O Bruno gemeu, mão na nuca dela a guiá-la, mas logo a parou, puxou-a para cima com um sorriso ofegante.
— Espera… — murmurou, voz rouca de tesão. O Bruno virou-se para ela e, com delicadeza quase cerimonial, retirou-lhe a copa da vulva. O vácuo soltou-se num suspiro húmido, os lábios da racha a abrirem-se devagar, carnudos, inchados, brilhantes de lubrificante, o clitóris exposto, a latejar, vermelho e sensível.
Ele ajoelhou-se entre as pernas dela, separou-lhe com os dedos os lábios húmidos, admirou cada dobra brilhante, o cheiro dela a invadir-lhe o nariz, e baixou a boca, língua a passar devagar entre os lábios inchados, subiu até ao clitóris, rodeou-o, sugou-o com fome, dedos a abri-la ainda mais, boca a perder-se na carne quente, pulsante, cada gemido dela a inflamá-lo, boca a explorar cada recanto, cada estremecimento, até o mundo lá fora deixar de existir.
Quando ela começou a tremer, pernas a fechar-se-lhe em torno da cabeça dele, o Bruno soltou-lhe a racha, ergueu-se e, sem uma palavra, puxou-a para o tapete, junto ao fogo. Ali, deitou-a de costas, pernas abertas, a luz da lareira a dourar-lhe a pele nua, seios a subir e descer com a respiração a arfar. Ele ajoelhou-se entre as coxas dela, posicionou-se. Guiou o pénis grosso até à entrada dela. Antes de entrar, ficou ali, a saborear, segurou a base com força, passou a glande de um lado ao outro, devagar, a roçar nos lábios inchados e macios, sentiu o volume a abrir um sulco fundo, um relevo pornográfico. A pele esticada da glande acariciava aqueles lábios gulosos, desenhava caminhos de pré-semen, a ponta a pressionar cada dobra, a sentir o contorno, a textura, como escultor a conhecer cada centímetro da sua obra-prima. Ela arfava, olhos semicerrados, boca aberta, sentindo cada roçar — o pénis a provocar, explorar, o clitóris quase esmagado no topo, o calor a prometer incêndio.
Só então, depois de a deixar em brasa, o Bruno empurrou devagar, a glande a abrir caminho entre as pétalas inchadas, o apertar quase doloroso a envolvê-lo, ambos a perderem o fôlego com aquele prazer cru, intenso, do encaixe perfeito.
— Estás tão apertada… — murmurou rouco, respiração presa, olhos cravados na carne dela a abrir-se para o receber.
A Catarina mordeu o lábio, olhos vidrados nele, cheia até ao limite, o pau dele a ocupar-lhe tudo, a pressionar cada nervo, o clitóris esmagado entre as peles, cada mexida um abalo de puro prazer. Quando ele estava todo dentro, parou, deixou o corpo dela habituar-se à invasão quente. O Bruno ficou ali, fundo, a sentir o apertar da carne dela, os músculos a contrair, a sugar cada centímetro, como se o corpo da Catarina quisesse gravar para sempre aquela sensação de posse total. Uma mão na anca dela, a outra a explorar-lhe a barriga, subiu aos seios, os mamilos duros, um novo arrepio. Olhar preso nela, o Bruno começou a sair devagar, o pau a deslizar até sentir os lábios carnudos a agarrarem-lhe a glande, relutantes em largar.
Voltou a empurrar-se para dentro, estocada funda, lenta, sentiu cada dobra inchada a moldar-se ao eixo, o clitóris esmagado entre púbis, cada investida um novo abalo. Ritmo lento, estocadas compridas, intensas, pele molhada a deslizar, cada saída e entrada uma carícia violenta, os lábios da racha a apertarem-no num abraço irreal, húmido, quente, como se o corpo dela tivesse sido criado só para ele.
A Catarina arqueou as costas, gemeu baixo, mãos a agarrar o tapete, pernas abertas e trémulas a pedirem mais. O Bruno inclinou-se sobre ela, boca no pescoço, língua a desenhar um trilho de fogo até ao lóbulo da orelha, quadris a acelerarem só um pouco, o suficiente para o som das peles a bater ecoar no silêncio da sala, misturado ao estalar da lenha e ao respirar entrecortado de ambos.
Ela puxou-o ainda mais para dentro com as pernas, corpo a rebolar debaixo dele, a apertar e largar os músculos pélvicos, a provocar-lhe espasmos de prazer. — Mais fundo, Bruno… — sussurrou, voz rouca, perdida, — Quero sentir tudo, não pares…
Ele obedeceu, estocadas mais firmes, o eixo a deslizar inteiro, os lábios volumosos a apertarem-no, o clitóris a ser esmagado sem dó entre púbis e base do pénis, corpos colados, cheiro a suor e tesão a invadir a sala. O prazer tão intenso, tão denso, cada movimento um incêndio novo, ambos a tremer à beira da explosão.
Quando o ritmo se tornou insuportável, o Bruno saiu devagar, num movimento fluido, virou-a de lado, puxou-a para cima dele.
A Catarina montou-o com a calma de quem sabe que a noite é deles, coxas abertas à volta da cintura dele, a racha a engolir-lhe o pénis, centímetro a centímetro, ainda quente do vácuo, pele dela tão molhada que o som do encaixe ecoava entre os dois. O fogo da lareira desenhava sombras nas costas dela, cabelo a cair para a frente, seios a balançar sempre que ela se sentava com força, cabeça inclinada para trás, olhos semicerrados a saborear o prazer de mandar. O Bruno agarrou-lhe as ancas, guiou-a em círculos lentos, sentiu a carne a apertar-lhe o pénis, o calor a engolir-lhe o corpo todo, olhar fixo no ponto onde o sexo dela o engolia, brilhante, latejante, um convite escancarado.
A Catarina acelerou, movimentos mais fundos, mais brutos, barulho molhado da racha a bater-lhe no baixo-ventre, clitóris inchado a ser massacrado entre as peles, seios a saltar, boca aberta, ancas a rodar, a sugar-lhe cada milímetro de controlo. Ela mordia o lábio, gemia alto, som a misturar-se ao estalar da lenha, à respiração pesada dele—um crescendo sujo de promessas.
De repente, parou, olhos nos dele, corpo a tremer, deslizou devagar para fora, o pénis a sair brilhante de lubrificante e tesão. Virou-se, ajoelhou-se de quatro no tapete, rabo empinado, pernas abertas, vulva inchada e aberta, clitóris vermelho a pulsar, lábios escancarados, molhados, convite indecente de fogo e sombra.
O Bruno ajoelhou-se atrás, mão a apertar-lhe o rabo, outra a abrir-lhe a carne para ver melhor. Guiou o pénis, glande escorregadia a roçar no clitóris, alinhou com a entrada, empurrou-se devagar, sentiu o calor, o aperto, corpo dela a recebê-lo com um gemido rouco, carne a sugar-lhe o pénis até à base.
As mãos dele cravaram-se nas ancas dela, quadris a embaterem fundo, estocadas longas, lentas, a saborear o apertar de cada centímetro, pele a colar-se com o suor, cheiro de sexo a invadir tudo. O ritmo aumentou, estocadas rápidas, fundas, o som de corpo a bater em corpo, cada investida a arrancar gemidos mais altos, mais desesperados.
A Catarina gritou, orgasmo a subir-lhe como uma onda, corpo todo a tremer, clitóris esmagado, a vagina a apertar-se num espasmo brutal, músculos a fechar-se em torno do pénis dele, a puxar, a sugar, a exigir que ele se perdesse ali. — Bruno, agora, fode-me, goza comigo — gritou ela, voz arranhada, corpo a explodir de prazer, a tremer debaixo dele, mãos a rasgar o tapete.
O Bruno perdeu-se naquele aperto, sentiu o controlo a fugir, prazer a rebentar-lhe na espinha, agarrou-lhe o rabo, enterrou-se até ao fim, fundiu-se nela, gozou fundo, sentiu o jacto quente a invadir-lhe as entranhas, a cona a sugar cada batida, corpos a estremecer juntos, orgasmo a misturar-se numa explosão que apagou o mundo inteiro por um instante.
Ficaram ali, colados, ela ainda de quatro, a sentir o esperma quente a escorrer-lhe pelas coxas, corpo dele ainda dentro, os dois a arfar, suados, olhos dela semicerrados de puro prazer, lareira a iluminar tudo como cúmplice de um segredo eterno.
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