Brilho na Cama
O colchão insuflável domina o quarto, lençóis brancos impecáveis. Sobre eles, latex negro e vermelho brilha sob a luz. Ela observa o cenário preparado, o corpo já desperto pelo segredo e pela promessa de prazer à espera.
O relógio marcava quase meio-dia, mas Bruno mal dava conta do tempo. O portátil aberto, os olhos já cansados de folhas de Excel e e-mails sem fim. O telemóvel vibrou. No ecrã, o nome de Catarina. Ele atendeu.
— Amor, vou chegar a casa duas horas mais cedo. Só vou buscar os miúdos depois, está bem? — disse ela.
A chamada desligou-se e Bruno ficou a olhar para o ecrã, a processar a informação. Ao almoço, sentado à mesa, a mastigar sem vontade, uma ideia começou a formar-se: surpreendê-la. Algo diferente, algo que a fizesse perder o controlo logo à chegada.
Levantou-se, subiu ao quarto, abriu o armário dos brinquedos eróticos deles.
Deparou-se com aquele colchão insuflável especial, aquele que só usavam em noites de pura luxúria. — É isto mesmo! — murmurou para si. Pegou nele, encheu-o com cuidado, testou a firmeza, fez a cama e colocou-o ao centro. — Falta aqui qualquer coisa… — pensou, inquieto. Voltou ao armário e vasculhou as lingeries de Catarina — rendas, algodão, cetim… e depois o toque frio e brilhante do látex. Os olhos fixaram-se na cueca preta de cintura alta, com o orifício vermelho na virilha, e no top bralette vermelho de copas moldadas. O coração disparou. Agarrou nos dois, a imaginar o corpo de Catarina a brilhar naquele látex polido. Decidiu-se sem hesitar. Espalhou o conjunto de latex em cima da cama, sobre os lençóis brancos, tudo alinhado como um convite indecente. Passou o condicionador pelo látex, hidratou a lingerie até ela reluzir sob a luz do quarto.
Deu um passo atrás, contemplou o cenário: provocação pura, à espera dela. Satisfeito, regressou ao escritório, o corpo inquieto, já a imaginar o que aí vinha.
Mal Catarina entrou em casa, sentiu qualquer coisa de diferente no ar. Largou a mala no hall, tirou os sapatos e subiu as escadas, ansiosa por vestir algo mais confortável antes de voltar à rotina. Empurrou a porta do quarto e ficou parada, um sorriso a desenhar-se-lhe nos lábios.
O insuflável insuflado ao centro da cama, os lençóis brancos impecáveis, e ali, alinhados como num altar de pecado, o conjunto de látex negro e vermelho a brilhar, a prometer-lhe tudo o que ela gostava. Sentiu o corpo a acordar, aquela antecipação a pulsar-lhe entre as pernas.
“Não tem vergonha nenhuma…” murmurou para si, já com um calor a subir-lhe pelo pescoço. Sabia que Bruno ainda devia estar em reunião, ainda tinha uns minutos só para ela — o suficiente para se preparar, para o provocar ainda mais.
Despiu-se ali mesmo, devagar, deixando cair a roupa pelo chão em montinhos. Passou as mãos pelo corpo nu, espalhou lubrificante fresco nas ancas, nas coxas, no rabo. Sentiu o frio do gel, o corpo a arrepiar-se. Pegou na cueca de látex, puxou-a para cima das pernas, ajeitou o orifício vermelho para a racha, sentiu o toque apertado e liso a colar-se à pele. A camisa tubular ficou apenas encaixada entre as nádegas, a provocar, sem entrar. Vestiu o bralette vermelho, os seios a ficarem comprimidos, empinados, o latex a apertar-lhe os mamilos já duros, o brilho a acentuar todas as curvas.
Prendeu o cabelo, olhou-se ao espelho. Ali estava, pronta: uma visão feita só para ele, pele e látex, luxúria e promessa. Pegou no telemóvel, tirou uma foto do seu reflexo, latex a brilhar, rabo empinado, e enviou-lhe uma mensagem curta:
“Adorei a ideia, cá estou pronta para ti…”
Deitou-se sobre o insuflável, latex a ranger sob o seu peso, pernas ainda fechadas. O coração a bater forte, sentiu-se mais viva do que nunca, à espera dele.
A notificação do telemóvel vibrou no bolso de Bruno. Bastou ver o nome dela e aquele recorte de látex a brilhar na miniatura da foto para o corpo responder, todo ele a pulsar de expectativa. Levantou-se da secretária com uma desculpa esfarrapada para a reunião do Teams, caminhou pelo corredor com o coração disparado, quase a tropeçar na pressa de a ver deitada à sua espera.
Abriu a porta do quarto sem cerimónias. Por um instante ficou parado, a beber a imagem: Catarina estendida sobre o insuflável, o látex a brilhar, a delinear-lhe cada curva, as pernas abertas a revelarem a cueca preta, com dois orifícios estrategicamente recortados — o da frente, vermelho, a escancarar-lhe a fenda húmida e carnuda; atrás, entre as nádegas, o segundo orifício, também vermelho, a expor-lhe o cu, a pele macia a brilhar no centro daquela moldura de latex. O top vermelho apertava-lhe os seios, mamilos duros como balas, o cabelo apanhado a deixar-lhe o pescoço nu, provocador.
Ela virou a cabeça, sorriso de predadora.
— Olá, boa tarde, meu amor. Era isto que estavas à espera? — disse ela, enquanto abria ainda mais as pernas, pousando-as na lateral do insuflável, os dois orifícios expostos à luz.
A voz arrastava-se, macia e desafiante. Bruno quase não conseguiu responder — só um “oh, se era” rouco, a escapar-lhe entre os dentes, os olhos a devorarem-lhe a carne exposta, latex e pele lado a lado, o convite explícito.
— Não te quero aí todo vestido… — provocou ela, com um sorriso torto.
As mãos dela puxaram-lhe logo pelo elástico das calças de fato de treino, a deslizá-las para baixo, despindo-lhe as pernas com gestos lentos. Ele ajudou, largando a roupa no chão. Ficou só de boxers pretos com uma faixa vermelha, a condizer com o latex dela. Ela lambeu-lhe o lábio inferior, olhos a brilhar.
— Afinal também tenho direito a algo especial…
Catarina inclinou-se mais, puxou-lhe os boxers, libertando-lhe o sexo já duro, e deixou-o nu, vulnerável, pronto para ela. Só então lhe fez sinal.
— Agora sim… Vem cá. Deita-te aqui comigo.
Bruno deitou-se de frente para ela, pele nua contra o látex quente e liso do corpo dela, o cheiro intenso a misturar-se com o aroma familiar da pele de Catarina. Os olhares encontraram-se, as bocas tocaram-se, primeiro num beijo leve, depois num beijo faminto, línguas a procurarem-se, o desejo a crescer. As mãos dele deslizaram pelas costas cobertas de látex, pela cintura, pelas ancas, até à cueca justa. Dedos a explorar primeiro o orifício da frente, a sentir a pele húmida por baixo, depois a passar subtilmente ao de trás, roçando-lhe o cu exposto, a provocar-lhe arrepios nos dois lados.
Ela puxou-o mais, colou o corpo ao dele, os seios comprimidos contra o peito de Bruno, a respiração dela a acelerar-lhe no ouvido.
Trocaram beijos curtos, risos abafados, mãos a explorar pele e látex, dedos a desenharem percursos entre o orifício da frente, a cintura de Bruno, e depois deslizando de volta ao orifício de trás da cueca dela, a roçar-lhe o cu, latex a ranger, pele a aquecer.
Catarina deixou-se cair de costas, pernas abertas, latex a brilhar entre as coxas, os dois orifícios bem visíveis, um convite duplo. Bruno baixou-se, mordiscou-lhe a barriga, depois subiu-lhe a mão pelo interior da coxa, dedos a roçarem-lhe o sexo por dentro do orifício vermelho da frente, depois a deslizarem até ao de trás, a brincar-lhe com a pele exposta, a provocar-lhe gemidos baixos. Sentiu-a húmida, pronta, a respiração dela a entrecortar-se. Ela arqueou-se, ofereceu-lhe as ancas, olhos fechados, boca entreaberta, pronta para mais.
Bruno não quebrou o ritmo, a mão direita a deslizar para o orifício traseiro, dedos a massajar-lhe o cu por baixo do latex enfiado entre as nádegas, sentindo apenas o calor da pele, a camisa tubular embutida, justa, a pressionar sem nunca entrar. Catarina gemeu, empinou-se ainda mais, a fricção intensa da peça colada ao corpo a deixá-la em brasa. Sentia o sexo dele a roçar-lhe por fora, o latex a criar aquela barreira fina entre o desejo e a invasão, tudo promessa, tudo tensão.
Catarina virou-se de lado, empurrou Bruno suavemente para trás, olhar a incendiar de desejo. Desceu até ele, boca a roçar-lhe a pele, língua a circundar-lhe o sexo já duro, a engoli-lo aos poucos, lábios a deslizarem pelo comprimento, latex a ranger-lhe nas ancas a cada movimento. Chupou-o devagar, depois mais fundo, boca quente, mão a segurar-lhe a base, olhos presos nos dele, deliciando-se ao vê-lo perder o controlo.
Quando o sentiu quase a explodir, largou-o, deixou um fio de saliva a escorrer-lhe pelo membro. Abriu o frasco de lubrificante, derramou uma camada generosa na palma e espalhou-o pelo sexo dele, lenta, metódica, dedos a massajarem-lhe o pénis, a glande, latex já brilhante na própria pele.
De seguida, numa dança hipnotizante, rastejou de quatro para cima do insuflável. Empinou o cu para ele, expondo a entrada da camisa, colada entre as nádegas, a esconder tudo menos os contornos. Os dedos dela empurram o latex contra a entrada do cu, lubrificavam a zona, abriam o caminho da camisa lubrificando a entrada com os restos da sua mão, acompanhado de gemidos, um convite indecente.
— Vem… entra… — murmurou, voz rouca, olhar por cima do ombro, cu apertado sob o latex, o orifício redondo à espera dele, as nádegas a fecharem-se à volta, latex a moldar-se ao desejo.
Bruno ajoelhou-se atrás dela, guiou o pau lubrificado até ao orifício, pressionou contra o traseiro fechado, o calor do corpo dela a passar pela membrana, a glande a massajar-lhe o cu pelo atrito do latex, sentido aquela mistura delirante de aperto, fricção, calor e frustração, tudo ali, tudo ali perto, sem nunca transgredir. Latex a ranger, Catarina toda entregue ao prazer, gemidos abafados, o insuflável a ranger sob o peso dos movimentos, o quarto cheio de cheiro a latex e suor e promessa.
Bruno sentiu o corpo inteiro a latejar. O pénis escorregava, húmido, entre as nádegas apertadas de Catarina, latex da camisa tubular a separar-lhes as peles, mais quente e escorregadio a cada vaivém. A tensão na base do sexo quase a rebentar. De repente, parou, puxou-se para fora devagar, a glande a deslizar sobre o latex esticado até ficar livre, brilhante e pulsante no ar. Ficou ali a respirar fundo, a olhar para Catarina de quatro, cu redondo e latex negro a brilhar, o rasto do lubrificante a marcar o caminho.
— Vira-te. — A ordem saiu crua, urgente.
Ela obedeceu, deitando-se de costas, pernas abertas, latex vermelho a emoldurar-lhe a vulva, o orifício da frente das cuecas a escancarar-lhe a carne húmida, clitóris exposto, olhar de puro vício.
— Hoje tem de ser com preservativo, a pílula não anda certa… — murmura ela, olhar atrevido, peito a subir e descer depressa.
Bruno vai à gaveta, revira, nada. O olhar de ambos cruza-se, cúmplice, malandro, uma gargalhada nervosa no ar.
— Só temos aquela capa de latex para o pénis… — diz ele, meio a rir, meio a arfar.
— Então serve. Vai, traz que eu já ta coloco. — O tom dela não admite discussão.
Catarina pegou na capa, abriu-a com as duas mãos, o latex escorregadio já besuntado. Agarrou-lhe o pau com força, guiou-lhe a glande até à boca da capa e enfiou-lho lá dentro devagar, latex a esticar, a envolver-lhe cada centímetro, a apertar-lhe a glande, a sugar-lhe o sexo até à base, latex a colar-se ao tronco. Depois puxou-lhe os testículos para dentro também, latex a fechar-se à volta, a prender tudo num aperto húmido, quente, delicioso, os dedos dela a ajeitar, a garantir que nada ficava de fora.

— Agora sim… — sussurrou, sorriso torto, olhar de promessa.
Ela recostou-se de novo no insuflável, pernas afastadas, latex negro a moldar-lhe as coxas, orifício vermelho das cuecas a escancarar-lhe a racha, lábios brilhantes e abertos à espera. Bruno subiu para cima dela, guiou o sexo encapado até ao recorte vermelho da frente, esfregou a glande de latex no clitóris, ela a contorcer-se, a morder o lábio, a puxá-lo com as coxas.
Empurrou devagar, latex da capa a atritar no latex das cuecas, a glande a abrir caminho na carne dela, o calor a aumentar, o corpo de Catarina a estremecer debaixo dele, gemidos abafados, unhas a cravarem-lhe as costas. Penetrou-a fundo, sentiu o aperto, o calor, as paredes dela a envolverem-no mesmo com o latex pelo meio, cada estocada a fazer o insuflável ranger, suor a escorrer, os dois a perderem-se no som, no cheiro, na promessa do clímax a crescer debaixo da pele.
Os corpos colam-se, coxas a escorregarem uma na outra, mãos a apertarem ancas, ela com as pernas bem abertas, latex a brilhar por todo o lado. Ele bombeia devagar, sentindo o atrito do latex, o calor a crescer, Catarina a gemer rouco, o corpo arqueado, os olhos fechados, a morder o lábio de puro vício.
A cada estocada, o insuflável range, ecoando o ritmo, a pressão, o descontrolo. Ele muda o ângulo, entra mais fundo, pausa só para a ver rebolar as ancas, os lábios abertos à espera de mais. Ela agarra-lhe as costas, puxa-o, unhas a arranharem, pede com a voz rasgada, sem vergonha, sem pudor.
O orgasmo cresce nos dois, a promessa de explosão a pairar, latejante, mas Catarina puxa-lhe o peito, vira-se de lado, depois de quatro, cu empinado, latex a estalar-lhe sobre as nádegas, o recorte vermelho agora só para ele. Ela olha por cima do ombro, cabelo colado à testa de suor.
— Quero-te assim… mete tudo.
Bruno não hesita, pega-lhe pelas ancas, encaixa-lhe o pénis na racha, empurra fundo, o som molhado e pegajoso a encher o quarto. Começa a bombear mais rápido, corpos a baterem, o som do insuflável, latex e carne, Catarina a gemer alto, a soltar palavrões, as mãos a agarrar o plástico, a pedir mais, a pedir tudo.
O ritmo acelera, Bruno a segurar-lhe as ancas com força, a enterrar-se até à base, testículos apertados no latex, cada movimento a puxá-lo mais perto do abismo. Catarina arqueia-se, geme, a racha a pulsar em volta do pau, orgasmo a rebentar-lhe nos músculos, a tremer debaixo dele, o grito abafado na almofada.
Ele não aguenta mais, explode também, o corpo tenso, a descarga a sacudi-lo inteiro, ondas de prazer, tudo a perder sentido, só calor, suor, cheiro a sexo e borracha.
Ficam ali, corpos colados, latex colante, respiração ofegante a misturar-se. Beijos lentos, risos abafados, dedos a deslizar por entre gel, suor, o sabor do segredo ainda nos lábios. O relógio na mesa-de-cabeceira pisca, a realidade a querer entrar, a hora das crianças a espreitar, mas ali só existe aquele instante, segredo partilhado, cumplicidade suada, promessas de mais loucuras e desvios.
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